Arcângela Pivetta
Escritora e investigadora da polícia civil
Oficial Investigadora da Polícia Civil (PCES) , Acadêmica Titular da Academia Cariaciquense de Letra (ACL), Acadêmica Titular da Academia Jurídica do ES (ACALEJES) e Acadêmica Correspondente da Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores (ACLAPTCTC). Palestrante, escritora e poetisa. Escreve para antologias nacionais e na revista Auto Retratos (contos, poesias e poemas). Membro do Coletivo Diversidade Literária, uma das coautoras do Livro Inocência Violada e Mulheres Fenix, resnascimento pela superação, membro do Conselho de Cultura de Cariacica e do Comitê Estadual sobre Orfandade (coalisão nacional). Atua como policial civil na Secretaria de Estado e Defesa Social (SESP).
Sua escrita dialoga com questões humanas e sociais de grande relevância, abordando temas como a proteção da infância, o enfrentamento da violência contra mulheres e crianças, a superação de traumas e o fortalecimento da dignidade humana. Em suas obras, a literatura ultrapassa o campo da ficção para tornar-se espaço de escuta, reflexão e incentivo à construção de uma sociedade mais justa e solidária.
Arcângela mantém intensa participação no movimento cultural capixaba.
Seu trabalho também foi reconhecido com homenagens como as comendas Heroína do Queimado e Defensora da Democracia e da Liberdade "Castro Alves", em reconhecimento à sua atuação cultural e social.
Além da carreira literária, exerce funções na Polícia Civil do Espírito Santo e participa de iniciativas comunitárias e culturais voltadas à promoção dos direitos humanos, da cidadania e da valorização das mulheres. Essa vivência confere autenticidade e sensibilidade à sua escrita, aproximando literatura e realidade social.
Em 2026, foi uma das escritoras convidadas do projeto Vozes Literárias, realizado pelo projeto Entrelaçadas, iniciativa dedicada à valorização da produção literária feminina no Espírito Santo. Sua participação reafirma seu compromisso com o fortalecimento da escrita de mulheres e com a democratização do acesso à literatura.
A obra de Arcângela Pivetta evidencia que a literatura pode ser, ao mesmo tempo, expressão artística, instrumento de educação e caminho para o diálogo sobre questões sociais urgentes. Sua trajetória reafirma o papel das escritoras capixabas na construção de uma cultura comprometida com a memória, a justiça social e a valorização da vida.